segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Máu atendimento é a regra

Estamos ficando tão acostumados com o máu atendimento no comércio em geral, que já chama a atenção quando, nós os consumidores, somos bem tratados. No caso que vou contar foi a regra , um ruim atendimento.

A última compra que fiz, numa joalheria com grife em POA , foi um relógio da marca Burberry . Escolhi pela beleza e pela garantia de bom relógio. Antes que fosse embalado pedi à vendedora q ue acertasse a hora. o que é o óbvio sendo um relógio.

A embalagem chamava a atenção, uma enorme caixa abraçada por um lindo laço.

Chegando em casa no próprio sábado, este que passou, abri com pena a caixa para apreciar o relógio que estava destinado a um presente que daria. Me surpreendi ao constatar que o relógio estava estático, parado. A vendedora não acertou a hora. Relógio parado não tem nenhuma função, não existe, é só uma pulseira com cara de relógio.Falha grosseira da vendedora despreparada.
Que vergonha eu passaria quando o presente fosse aberto, estaria dando um relógio parado.E o pior, já teria passado 30 dias.
Esta compra antecipada, foi com a intenção de não correr à véspera do aniversário da futura dona do relógio.Não adiantou nada , terei que voltar à loja, do outro lado da cidade.


Bem, terei que retornar a loja para esclarecer esta falha . Na melhor das hipóteses pode ser falta de uma bateria. Mas é o fim do mundo uma joalheria que se intitula fina não ter providenciado uma peça básica e barata num relógio tão caro . A bateria tem que fazer parte do relógio, sem ela não está completo.É como vender um carro sem direção ,ou sem rodas, ou sem motor .

Um relógio sem bateria não funciona, me sinto enganada, como pode isso?


Até guando o comércio vai nos tratar tão mal? Não existem mais profissionais, só amadores despreparados ?
Agora se não for bateria e for um problema mais sério terei de trocar a compra.
Se eu não resolver este problema hoje irei no Procon, afinal tenho 30 dias para trocar um produto que não funciona.
Depois eu conto qual é a loja, com foto do relógio e da nota.

domingo, 27 de fevereiro de 2011

Preparativos "Fernando Callage"


Este domingo será reservado para organizar o material da exposição em Garibaldi, que se realizará de 2 a 31 de maio. São cerca de 25 quadros, mais o material que acompanha a exposição itinerante.

Revendo as fotos da inauguração no Memorial do Ministério Público, em maio de 2006, me dou conta da energia ainda latente de Fernando Callage.


Estavam lá para prestigiar, representando suas Instituições; membros do Ministério Público Federal e Estadual, Vereadores , Tribunal de Contas do Estado, Desembargadores federais, Ministro Do STJ, Secretàrio Estadual de Cultura, Advogados, Artistas Plásticos, Escritores, parentes do homenageado que vieram de São Paulo exclusivamente para o evento,e uma gama especial de familiares e amigos.


Foi realmente um momento muito especial. Hoje Fernando Callage já tem rua com seu nome em POA, em pleno Bairro Moinhos de Vento.


Agora , em Garibaldi, a energia quer retomar sua chama e força e fazer com que novamente a emoção aflore para recordarmos Fernando Callage.


Creio que o porto final desta exposição itinerante deva ser a cidade de Santa Maria, onde Fernando nasceu e ensaiou seus primeiros traços literários.


Se o destino for este, creio que os quadros representativos de sua obra, bem como o material pertinente , devam ser doados para uma Instituição , em Santa Maria, que lhe faça Memória.


O desejo é este, para que retorne e descanse em casa.

Vacina 2011

As vacinas contra a gripe já estão nas clínicas.

Acelerada que sou já me vacinei. A vacina deve ser aplicada anualmente, devido ao tempo de ação e pelas mutações que os vírus sofrem periodicamente.

É bom se vacinar antes que o tempo esfrie e a chance de se gripar aumente. A vacina diminui os riscos de contrair o vírus Influenza, em 80%. A vacina faz efeito de 2 a 3 semanas.

sábado, 26 de fevereiro de 2011

As vezes desanima


Como é difícil controlar o peso corporal.
Mesmo quando se tem uma disciplina alimentar e de atividades físicas, ainda assim ,é difícil.
Existem dias que dá a sensação que até a agua engorda.


Quando isso acontece tenho por hábito uma agenda alimentar. Alí anoto tudo que consumo de alimentos e vou somando as calorias diárias. Sendo que toda minha alimentação é isenta de gordura animal e açúcar .


Tenho consciência que o exercício físico forma massa magra ,e essa pesa mais que a massa gorda. Também sei que com o passar dos anos o corpo tem mais resistência a mudanças, e sei que todo o sacrifício e disciplina, as vezes não basta.


Vou continuar disciplinada e não vou desistir.


Mas, as vezes desanima.


sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Onde andas Jairo Leandro ?

Conheci o Jairo lá por volta de 1984, e logo percebi que era muito talentoso na música.
Nos tornamos amigos e fizemos duas parcerias musicais , para mim, maravilhosas.Minhas letras eram simples e ele colocava alí , como um mágico, uma linda melodia, que nunca esqueci.
Ele fazia com que a poesia saltitasse de emoção. Assim foi com a letra "Riachuelo", referente ao nome da rua em Poa, rua essa que morava meu avô paterno. A casa ficava em frente ao Colégio Das Dores, e eu sempre ía assistir o ensaio da banda.
Naquela época , rondavam o Colégio, dois adolescentes que assustavam a gente, ( hoje seria uma piada) era o Zé da Ilha e o Jornaleiro.
Meu avô, como muitos naquela época pela segurança que tinha, colocava cadeiras na calçada para acompanhar nossas brincadeiras e conversar com vizinhos. Hoje seria surreal.
Movida por essas lembranças escrevi a letra rua " Riachuelo".
"Quando passo nessa rua sem figueira e flamboaiã
Busco sempre a mesma casa, de mel, amora e avelã.
Cada porta que se abre por fantasmas de cupins,
Surge sempre a mesma cara , da criança que havia em mim.
refrão: Vejo o Pinóchio, o Pateta, o Zé da Ilha, o Jornaleiro,
A Banda saíndo Das Dores, o meu avô com seu palheiro.
Na calçada uma cadeira de esperar um velho amigo
Na janela, a samambaia, debruçada e esquecida,
No céu uma pandorga, que agita o meu sonhar
no chão a bola que rola, o meu destino de andar.
Quando passo nessa rua o tempo me acena com ventos
E é tanta saudade, que o tempo nem se apressa
Só me chama para dentro. "
Só ouvindo para saber a música que o Jairo Leandro colocou nessa letra. Canto mentalmente, e sei que somente um compositor talentoso poderia transformar uma letra em poesia, e da poesia uma emoção. Nunca esqueci. Imagino que para ele a parceria foi uma brincadeira, mas para mim foi muito sério.
Pois é ,mas esta composição concorreu num festival e recebeu o 3º lugar. Gostaria muito de obter essa gravação, ou quem sabe, ouvir o próprio cantando.
Depois disso sei que foi para São Paulo tocar sua vida e carreira e fez muito sucesso gravando vários CDs. Torci muito por ele.Era um rico de um guri.
Que saudade, onde andas Jairo Leandro?

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Globo Rural

Desde que me interessei mais aguçadamente por café , e tudo que se relaciona com a história ,e a produção até o consumo, passei a assistir o Globo Rural, às 6:00 horas, todos os dias.

Alí, acompanho a bolsa de valores,a cotação da venda da saca do café , e tomo conhecimento das variedades das plantas bem como seus valores. Justamente por isso que sei que a saca da espécie Arábica de 60 k. vale R$500,00 e a espécie Robusta ou Canellon vale hoje R$202,00. Só pelo preço já se sabe que há uma grande diferença entre as espécies.

A importância dos rótulos do produto é tanta que no café somente informam a espécie da planta quando é 100% Arábica . Por conclusão guando não informam, já se sabe que é Robusta, ou mistura de espécies, enfim é omitida a procedência.

Café que se preze tem que informar a espécie da planta, temos o direito de saber o que estamos comprando e consumindo.

Em Porto Alegre já existem cafés que informam, infelizmente não estão nos supermercado,são cafés com grife de qualidade, todos 100% arábica.
Agora, basta ir à Curitiba, para encontrar uma infinidade de marcas de cafés de todo o Brasil,de todos os preços, pode? Será que em Poa não tem mercado para bons cafés ?

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Sala de espera

Hoje é o dia da visita anual ao meu genecologista. Todo ano,desde muito tempo, eu vou ao consultório do Dr Ayub, na Clínica da Mulher, para fazer os exames de rotina.

O Dr Antônio Celso Ayub me ganhou com um artigo que ele escreveu para a ZH, na época. Ele era contra o uso indiscriminado de hormônios para suprir carências na menopausa. Já pregava alí que a natureza é sábia, que uma alimentação natural balanceada e exercícios físicos como rotina são os complementos que as pessoas, ao longo da vida, precisam como substituições às perdas hormonais e as inerentes à idade.
Propaganda de remédio é para vender, não para curar.
Como sempre fui contra remédios por prevenção , na mesma hora adotei o Dr.Ayub como o médico que eu queria para sempre. Passei pela menopausa como quem passa na praia, de férias, feliz e descansada.
Hoje só levarei uma bronca dele, estou com um pouco de sobrepeso acusada na balança.Porém, tenho esperança que seja massa magra que pesa bem mais que a gordura.(Essa eu viajei)